sábado, 18 de agosto de 2007

Na contramão da informação


Abra o jornal.
Sim, faça isso.
Quais são as principais notícias?
Roubos, corrupções, crimes, assassinatos...
Isso vende jornal...
Também dá audiência no rádio e na tv.
Desgraça, tragédia, caos...
Mas onde vamos parar?
Será que estamos abordando de maneira correta isso?
Até que ponto vale á pena mostrar o defeito e não buscar soluções?
Por puro sensacionalismo?
O papel da mídia na divulgação de notícias pode ser decisivo na resolução das questões envolvidas.
Mas essa ética está sendo lembrada?
Ou mais vale quem informa primeiro, do que quem informa melhor?
Há a nescessidade de uma reformulação.
Chega de matérias vagas, compradas, direcionadas, que induzem as pessoas a falsas verdades, que não dão oportunidade da população criar sua própria opinião sobre os fatos.
A obscuridade que assombra as redações é o resultado do departamento comercial.
Á partir do momento em que as grandes mídias exaltaram aos quatro cantos que, são veículos de comunicação á nível comercial, os propósitos comunitários foram deixados de lado.
Ou vocês acham certo, não poder falar mal de político tal, porque ele patrocina a minha rádio, jornal, ou tv?
Está errado!
Vamos criar uma geração de alienados.
Vamos ver crescer uma geração de mentes vazias.
Queremos a "imparcialidade".
Queremos a exclusão de interesses.
Mas não quero que vocês concordem comigo.
Quero que leiam isso e criem sua própria opinião!

Quem sou eu

Maxwell Bernardes é radialista, já atuou nas rádios Osório, Caxias, Mirian e atualmente trabalha no grupo EBS (Rádio Tramandaí e Itaramã). Nascido em Rio Grande, mudou-se para Osório com 13 anos e desde de abril de 2007 reside na cidade de Tramandaí.